Caro Oscar, se pudesse explicar o seu comentário talvez todos pudéssemos discutir o assunto, por que não vejo a ligação do seu comentário com a casa e muito menos com a atitude louvável de nos deixar a todos acompanhar uma experiência que nos pode ser útil a todos os que alguma vez pensem dar mais sustentabilidade às suas casas. henrique pereira dos sanots
Caro Henrique, Sou novo por aqui, não ligue aos meus comentários amargos porque sou seguidor de Malthus e contra (mais)crescimento/desenvolvimento. Mas na minha opinião, uma casa sustentável será uma casa integrada numa pequena aldeia ou vila, ela própria sustentável - não obrigando os seus habitantes a distânciar-se e regressar diáriamente, com produção adjacente de legumes variados, feita de materiais não muito dispendiosos (em € e energia), de tamanho não excessivo, e, talvez no único ponto em que estaremos de acordo, bom isolamento térmico e boa orientação. Se o preço for alto, da casa ou seja o que for, devemos desconfiar que existe uma grande quantidade de energia imcorporada na sua produção, talvez de forma indirecta. Neste caso é de somenos, porque a casa é um bem duradouro. Mas temos, por exemplo, o tamanho, que é excessivo, mesmo para uma familia grande; o não uso de telhas obriga a usar telas caras cuja produção não é nada sustentável, e cuja manutenção não é tão simples como se diz; o aquecimento solar da água recorre ao veneno PVC, etc. A palavra sustentável é actualmente usada como jargão publicitário, aliás, crescimento sustentável é uma contradição (oximoro). Cumprimentos, Oscar Máximo
Para discutir isso é bem melhor que o Henk tenha criado o site onde se pode acompanhar a construção. De qualquer maneira essa sua visão de que cada um a produzir as couves leva a mais pobreza e miséria que soluções de produção mais eficientes com divisão do trabalho. A questão é saber como fazer isso com o mínimo de consumo de combustiveis fósseis. E não me parece que da observação desta casa resulte a necessidade de dois suvs. henrique pereira dos santos
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Esta deve ser das tais casas sustentáveis que exige a utilização diária de 2 SUVs: poupa nos tostões e desperdiça nas notas!
ResponderEliminarCaro Oscar,
ResponderEliminarse pudesse explicar o seu comentário talvez todos pudéssemos discutir o assunto, por que não vejo a ligação do seu comentário com a casa e muito menos com a atitude louvável de nos deixar a todos acompanhar uma experiência que nos pode ser útil a todos os que alguma vez pensem dar mais sustentabilidade às suas casas.
henrique pereira dos sanots
Caro Henrique,
ResponderEliminarSou novo por aqui, não ligue aos meus comentários amargos porque sou seguidor de Malthus e contra (mais)crescimento/desenvolvimento.
Mas na minha opinião, uma casa sustentável será uma casa integrada numa pequena aldeia ou vila, ela própria sustentável - não obrigando os seus habitantes a distânciar-se e regressar diáriamente, com produção adjacente de legumes variados, feita de materiais não muito dispendiosos (em € e energia), de tamanho não excessivo, e, talvez no único ponto em que estaremos de acordo, bom isolamento térmico e boa orientação.
Se o preço for alto, da casa ou seja o que for, devemos desconfiar que existe uma grande quantidade de energia imcorporada na sua produção, talvez de forma indirecta. Neste caso é de somenos, porque a casa é um bem duradouro. Mas temos, por exemplo, o tamanho, que é excessivo, mesmo para uma familia grande; o não uso de telhas obriga a usar telas caras cuja produção não é nada sustentável, e cuja manutenção não é tão simples como se diz; o aquecimento solar da água recorre ao veneno PVC, etc.
A palavra sustentável é actualmente usada como jargão publicitário, aliás, crescimento sustentável é uma contradição (oximoro).
Cumprimentos,
Oscar Máximo
Para discutir isso é bem melhor que o Henk tenha criado o site onde se pode acompanhar a construção.
ResponderEliminarDe qualquer maneira essa sua visão de que cada um a produzir as couves leva a mais pobreza e miséria que soluções de produção mais eficientes com divisão do trabalho.
A questão é saber como fazer isso com o mínimo de consumo de combustiveis fósseis.
E não me parece que da observação desta casa resulte a necessidade de dois suvs.
henrique pereira dos santos