Imagem com o mesmo título do post, retirada daqui
Metro do Mondego: 12 trabalhadores, sete dos quais administradores.
A defesa do comboio, que é uma evidência para quem procura sustentabilidade, não pode desvalorizar a defesa da sua racionalidade económica.
henrique pereira dos santos
Amen, idem para Metros, Cp, Rfer, etc
ResponderEliminarÉ muito difícil um combóio ter racionalidade económica numa região com pequena densidade populacional.
ResponderEliminarOs combóios destinam-se a transportar grandes pesos (em mercadorias ou em pessoas). Para transportar uma dúzia de pessoas um combóio é quase sempre economicamente irracional.
Esta questão dos gestores parece menos um questão de rentabilidade ou "racionalidade" económica do que uma questão de desperdício, a uma escala ainda maior do que o celeuma das garrafas de água.
ResponderEliminarConcordo totalmente com a questão da densidade populacional- embora estejam em enquadramentos diferentes, torna-se complicado falar de transportes, escolas ou centros de saúde com apenas este factor de ponderação.
Luís Lavoura, o triângulo Coimbra-Lousã-Miranda do Corvo tem fraca densidade populacional?! Diabo, não me digam que os seus milhares de habitantes são fantasmas!
ResponderEliminarAcho curioso que aqui se defenda o fim do comboio com argumentos de suposta "sustentabilidade económica" em locais "esparsamente povoados", ao mesmo tempo que não vi um único artigo a contestar a construção de auto-estradas nas mesmas zonas. Então há pessoas suficientes para utilizar auto-estradas caríssimas e com custos ambientais enormes e não as há para sustentar carris de ferro? Este blogo está a precisar de mudar o nome, porque de ambiente começa a ter pouco.
Pedro, Montijo.
Por algum motivo os pioneiros do "far west" não faziam raciocínios destes.
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