- Abandono da estratégia de privatização do sector das águas aprovada pelo governo anterior
- Relançamento da co-incineração, mas em simultâneo com a construção de dois aterros para resíduos perigosos
- Plano de emergência para recuperar atrasos na reciclagem
- Adopção de normas ambientais na contratação pública
- Rever o regime jurídico da REN e da RAN, mantendo a sua gestão nacional- Reorganizar o Instituto da Conservação da Natureza
- Elaboração de uma estratégia para o litoral
- Aprovação de planos e programas de ordenamento atrasados
- Reforço da Inspecção-Geral do Ambiente
- Aposta em cinco "áreas decisivas" para o desenvolvimento sustentável: mobilidade e comunicação, energia, turismo, agricultura e desenvolvimento rural e mar e pescas
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