Na verdade a provocação não é minha.
Eu acho a provocação interessante, embora a questão seja colocada de forma um pouco simplista.
henrique pereira dos santos
Claro que é simplista. As provocações sofisticadas são domínio exclusivo dos grandes artistas como os Monty Python.
Mas há uma nota curiosa. Em 24 horas, recebi vários comentários ao post via e-mail, o que é de estranhar, uma vez que os blogues são o veículo perfeito para cometar posts, como estou a fazer agora.
Isto quer dizer o quê? Que o montado continua um tabu, que há receio em questionar publicamente o valor dos montados.
O problema é que resolveste, num só post, falar de dois tabus: a eventual insustentabilidade da gestão de muito montado e a eventual sustentabilidade de alguma gestão de algum eucalipto. É um manifesto exagero para um post só. henrique pereira dos santos
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Claro que é simplista. As provocações sofisticadas são domínio exclusivo dos grandes artistas como os Monty Python.
ResponderEliminarMas há uma nota curiosa. Em 24 horas, recebi vários comentários ao post via e-mail, o que é de estranhar, uma vez que os blogues são o veículo perfeito para cometar posts, como estou a fazer agora.
Isto quer dizer o quê? Que o montado continua um tabu, que há receio em questionar publicamente o valor dos montados.
Não é caso menor...
Henk Feith
O problema é que resolveste, num só post, falar de dois tabus: a eventual insustentabilidade da gestão de muito montado e a eventual sustentabilidade de alguma gestão de algum eucalipto. É um manifesto exagero para um post só.
ResponderEliminarhenrique pereira dos santos