quarta-feira, outubro 10, 2012

Vale a pena pensar nisso


Uma empresa de celulose celebra alegremente o seu registo mil na maior (e a única não dedicada a grupos específicos, sendo mesmo a única que tem trabalhado a possibilidade de registo de habitats e não apenas de espécies) base de dados de biodiversidade que existe em Portugal.
Ao mesmo tempo grande parte da academia e das associações de conservação teimam em estar ausentes destas bases de dados. E quando têm bases de dados de grupos específicos resistem a encontrar os mecanismos de partilha de dados entre as diferentes bases existentes.
Não deixo de me perguntar que diabo de relação a academia e as associações mantêm com a sociedade e com as pessoas comuns.
henrique pereira dos santos

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