Aqui há dias dei com um artigo de opinião da Sr.ª Deputada Rita Calvário sobre os fogos nas áreas protegidas e fiz um post sobre isso. A mesma posição da Sr.ª Deputada é aliás hoje usada por Mariana Oliveira no Público.
Mas o que verdadeiramente gostei na notícia foi disto (evidentemente esquecendo o lapso da troca de protegidas por ardidas):
"Para Joaquim Sande Silva, da Liga para a Protecção da Natureza, os fogos nas área ardidas "são o resultado de um divórcio entre o ICNB e a população que reside nessas zonas"."
O realce é meu, a notícia é de Mariana Oliveira e portanto há sempre a hipótese do Joaquim Sande Silva não ter dito exactamente isto.
Mas eu, mesmo sem ver nenhuma fundamentação na notícia, estou completamente rendido à ideia.
Agora vou dedicar-me finalmente a uma linha de investigação que penso que se revelará muito profícua:
"de quem se terão divorciado as populações no resto do território para arder da forma como arde?".
Joaquim, podes dar aqui uma ajuda?
É que se poupava muito dinheiro de nós todos contratando uma alcoviteira para resolver o assunto dos divórcios e acabar com esta cisma dos fogos.
Adenda: corrigido o erro ortográfico que felizmente o Luis Lavoura apontou
henrique pereira dos santos